O Clamor de Ana - Capitulo 3 (Terceiro capitulo)
“O Clamor de Ana”– (Baseado na história bíblica de Ana em “I
Samuel”)
- Capitulo 3
De: Brunno Figueiredo
- Capitulo 3
De: Brunno Figueiredo
CENA 1: Ana orando em Siló
ANA: Deus, por favor meu Senho, esculta o clamor da sua serva e me da um... (É interrompida por Penina)
PENINA: (Risadas)... Ainda tem esperança de ter um filho? (Risadas). Deus te amaldiçoou! (Risadas). Você é uma amaldiçoada!
ANA: Cala a boca!
PENINA: Cala a boca nada! Eu vou falar! Você é seca! Seu ventre não é fértil... Não pode ter filhos! (Risadas)
ANA: Para por favor!
PENINA: Elcana já deve está chegando, se você falar alguma coisa a ele, você vai sofrer as consequências!
(Elcana entra)
ELCANA: Olá amores!
ANA: Olá meu marido!
ELCANA: Aconteceu alguma coisa meu amor?
ANA: Não. Não aconteceu nada!
PENINA: Também achei a Ana muito abatida... Coitada...
(Ana olha para Penina e sai)
ELCANA: O que aconteceu com ela?
PENINA: Também não sei... Quando cheguei ela estava tão abatida!
ANA: Deus, por favor meu Senho, esculta o clamor da sua serva e me da um... (É interrompida por Penina)
PENINA: (Risadas)... Ainda tem esperança de ter um filho? (Risadas). Deus te amaldiçoou! (Risadas). Você é uma amaldiçoada!
ANA: Cala a boca!
PENINA: Cala a boca nada! Eu vou falar! Você é seca! Seu ventre não é fértil... Não pode ter filhos! (Risadas)
ANA: Para por favor!
PENINA: Elcana já deve está chegando, se você falar alguma coisa a ele, você vai sofrer as consequências!
(Elcana entra)
ELCANA: Olá amores!
ANA: Olá meu marido!
ELCANA: Aconteceu alguma coisa meu amor?
ANA: Não. Não aconteceu nada!
PENINA: Também achei a Ana muito abatida... Coitada...
(Ana olha para Penina e sai)
ELCANA: O que aconteceu com ela?
PENINA: Também não sei... Quando cheguei ela estava tão abatida!
** Mais Tarde**
CENA 2: Elcana e sua família sentam na mesa para comer e bebe
CENA 3: Ana vai ate o templo
Depois que comeu e bebeu, Ana foi até o templo em Siló. Com
amargura na alma, orou ao SENHOR e chorou muito. Enquanto isso o sacerdote Eli á observava sentando em uma cadeira junto a um pilar do templo.
Ana se jogou ao chão, fez um voto a Deus dizendo:
ANA: Ó SENHOR dos exércitos! Se atender a aflição da tua serva, e se lembrar de mim, e não se esquecer da sua serva, mas me das um filho homem, ao senhor o darei por todos os dias da sua vida.
ANA: Ó SENHOR dos exércitos! Se atender a aflição da tua serva, e se lembrar de mim, e não se esquecer da sua serva, mas me das um filho homem, ao senhor o darei por todos os dias da sua vida.
Ela continuou orando ao SENHOR, Eli, sacerdote do templo,
observou a boca de Ana: Porquanto Ana falava, mas ninguém ouvia a sua voz, só
moviam-se os seus lábios.
ELI: “Essa mulher esta
embriagada. Vou agora mesmo falar com ela” - Pensou Eli
(Eli se aproxima de Ana)
ELI: Ate quando estarás tu embriagada? Aparta de ti esse vinho!
ANA: Não senhor, não pense assim de mim. Eu sou uma mulher angustiada de espírito; Não bebi vinho nem bebida forte, porém derramei a minha alma perante o SENHOR, estou aqui contando pra ele toda minha dor.
ELI: Vá em paz ó mulher, e que o DEUS de Israel te conceda a tua petição que lhe fizeste!
Então Ana saiu do templo aliviada, não estava mais triste e voltou a comer e beber!
CENA 4:
Ana e sua família levantam-se de madrugada, adoram ao SENHOR e voltam pra sua casa em Ramá.
Ana e sua família levantam-se de madrugada, adoram ao SENHOR e voltam pra sua casa em Ramá.
Continua...

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